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Por que realizar psicoterapia?

 Você tem se questionado há algum tempo se deveria começar a fazer psicoterapia, e finalmente concluiu que vai experimentar. Começou a se questionar se é melhor procurar ajuda terapêutica para saber melhor como lidar com suas queixas; Ou ainda, você esteja procurando um psicólogo porque entenda que alguma pessoa próxima esteja precisando de ajuda e quer indicar um psicoterapeuta. Talvez tenha pensado em simplesmente aumentar o nível do seu autoconhecimento, compreender suas atitudes, sentimentos, entre outros.

Acredite, está no caminho certo.  Muitas pessoas procuram psicoterapia porque sentem algum tipo de incômodo, ou estão em sofrimento, ou querem passar em um concurso público, dentre várias outras motivações. Muitas vezes o sofrimento não é entendido ou reconhecido por outras pessoas, mas isso não faz com que ele não exista.

Independentemente do motivo pelo qual você chegou até aqui, o primeiro passo já foi tomado. Agora é encontrar um psicólogo com quem você tenha empatia, tirar dúvidas e entender melhor como funciona.

 

ATENDIMENTO INDIVIDUAL

Crianças

Em geral, o atendimento infantil busca ajudar na solução de problemas de relacionamento social, timidez, aprendizagem, agressividade ou hiperatividade e outros. Para o sucesso da terapia, é fundamental a participação dos pais ou responsáveis.

Adolescentes

A adolescência é um período do desenvolvimento humano marcado por mudanças físicas e mentais significativas. Por isso, o adolescente vivencia conflitos internos que se refletem em suas relações cotidianas, dentre as quais, dúvidas em relação à escolha profissional, apatia e desânimo, quadros de euforia e ansiedade, agressividade voltada contra si e contra os outros, uso de álcool e drogas, tentativas de suicídio ou transtorno alimentar.

Nestes casos, o atendimento psicológico ajuda o jovem a superar esses conflitos ao avaliar sua postura e consequências.

Adulto

Diferente de outras fases da vida, o adulto tem responsabilidades em excesso. Além disso, vivencia situações que são percebidas ou conduzidas de forma conflituosa, que gera frustração, sofrimento e insatisfação.  Essas experiências podem, com o passar do tempo, caracterizar transtorno de humor, ansiedade e outras perturbações que dificultam a vida da pessoa e muitas vezes a impede de se desenvolver nos contextos pessoal, acadêmico e profissional. O papel do psicólogo é ajudar a identificar as causas e a buscar a superação desses problemas.

Idoso

A Psicoterapia no processo de envelhecimento é uma aliada para a melhoria da qualidade de vida da pessoa. No Brasil o idoso tende a não ter a valorização e o respeito devido e isso contribui para um sentimento de desvalia ou desencadeia crises de depressão. Alguns temas são emergentes nesta fase, tais como: mudança corporal, doenças crônicas, perdas, morte, perda da autonomia, desvalorização social, aposentadoria etc. O atendimento psicológico ajuda ao idoso a resgatar sua autoestima e a melhorar o relacionamento familiar.

 

 

ATENDIMENTO EM GRUPO

Terapia Familiar

A terapia familiar busca entender as relações e a comunicação entre os membros da família, bem como identificar os motivos que provocaram desestruturação familiar ou conflitos, para a partir desta investigação, ajudar a reestruturar as relações e orientar para superação dos conflitos no dia-a-dia.

O tratamento familiar pode ser decidido pela família, mas muitas vezes ocorre de, durante um atendimento individual, o psicólogo identificar que o problema do paciente é de origem familiar. Nesses casos, para superação do problema, faz-se necessário a presença e a participação dos membros da família nas consultas.

Terapia de Casal 

A terapia de casal foca no relacionamento conjugal e tem como objetivo a melhoria do relacionamento. Nesses casos, o principal papel do psicólogo é identificar as causas que levaram ao desgaste do relacionamento, e usando sua imparcialidade, construir o entendimento a partir das demandas do casal. Os problemas podem ser de origens diversas, porém os mais comuns são relacionados a diálogo, sexualidade, fidelidade, respeito e relação amorosa.

 

Transtornos

Tratamento de Humor

Alteração inexplicadas no humor e comportamento são sintomas de uma doença. Existem tratamentos efetivos. O tratamento em longo prazo pode prevenir futuros episódios. Se não tratados, os episódios podem tornar-se perigosos. Os episódios maníacos, frequentemente, levam a perda de emprego, problemas legais, problemas financeiros ou comportamento sexual de alto-risco. Durante uma depressão indagar sobre risco de suicídio. (O paciente tem pensado, em morte ou em morrer?. O paciente tem um plano específico de suicídio? Ele/ela fez tentativas sérias de suicídio no passado?)

Os episódios podem ser frequentes ou podem ser separados por período de humor normal. Em casos graves o paciente pode ter alucinações (ouvir vozes, ter visões) ou delírios (crenças estranhas ou lógicas) durante períodos de mania ou depressão.

Separação na Infância

As crianças com Ansiedade de Separação podem ser incapazes de permanecer em um quarto sozinho, podem exibir um comportamento muito adesivo à pessoa de forte vínculo afetivo (normalmente a mãe), costumam andar juntos como uma sombra atrás dos pais, não só fora do lar como até por toda a própria casa e sofrem muito diante da possibilidade de ficarem separadas.

Sintomas de ansiedade são relativamente comuns em crianças e adolescentes, e a ansiedade patológica, incluindo o Transtorno de Separação na Infância é um problema clínico frequente nesta faixa etária. Por estas razões, todos os profissionais que lidam com crianças e adolescentes devem estar conscientizados sobre as possíveis manifestações de ansiedade nesta faixa etária.

As diretrizes a seguir podem auxiliar os pediatras  ou médico da família médicos a determinar se há justificativa para um encaminhamento para serviço de saúde mental:

  1.  A criança apresenta sintomas que excedem o que seria esperado no desenvolvimento.
  2. A ansiedade cria comprometimento significativo em alguma área das funções da criança.
  3. Os sintomas de ansiedade persistem por um tempo inadequado.

Pânico e Agorafobia

O Pânico é comum e pode ser tratado; Ataques inexplicáveis de ansiedade ou medo que começam subitamente, desenvolvem rapidamente e podem durar apenas alguns minutos. Os ataques, frequentemente, ocorrem com sintomas físicos como palpitações, dor no peito, sensações de sufocação, estomago embrulhado, tonturas, sensação de irrealidade ou medo de desastre pessoal (de perder o controle ou ficar louco, ataque cardíaco, morte súbita).

Um ataque, frequentemente, leva ao medo de um outro ataque e evitação de lugares onde os ataques ocorreram. Os pacientes podem evitar exercícios ou outras atividades que podem produzir sensações físicas semelhantes àquelas de um ataque de pânico.

A Agorafobia é o comportamento de evitação provocados por lugares ou situações onde o escape seria difícil ou embaraçoso caso se tenha uma crise de pânico ou algum mal estar.

Obsessivo-Compulsivo

O transtorno obsessivo-compulsivo é classificado como um transtorno de ansiedade por causa da forte tensão que sempre surge quando o paciente é impedido de realizar seus rituais. Mas a ansiedade não é o ponto de partida desse transtorno como nos demais transtornos dessa classe: o ponto de partida são os pensamentos obsessivos ou os rituais repetitivos.

Há formas mais brandas desse distúrbio nas quais o paciente tem apenas obsessões ou as compulsões são discretas, sendo as obsessões pouco significativas. Os sintomas obsessivos mais comuns são:

Medo de contaminarem-se por germes, sujeiras etc. Imaginar que tenha ferido ou ofendido outras pessoas, omaginar-se perdendo o controle, realizando violentas agressões ou até assassinatos. Pensamentos sexuais urgentes e intrusivos Dúvidas morais e religiosas Pensamentos proibidos Os sintomas compulsivos mais comuns são: Lavar-se para se descontaminar, repetir determinados gestos, verificar se as coisas estão como deveriam, porta trancada, gás desligado, etc., tocar objetos, contar objetos, ordenar ou arrumar os objetos de uma determinada maneira e rezar.

Gravidez na Adolescência

A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade da adolescência, com sérias consequências para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascerão e de suas famílias.

A incidência de gravidez na adolescência está crescendo e, nos EUA, onde existem boas estatísticas, vê-se que de 1975 a 1989 a porcentagem dos nascimentos de adolescentes grávidas e solteiras aumentou 74,4%. Em 1990, os partos de mães adolescentes representaram 12,5% de todos os nascimentos no país. Lidando com esses números, estima-se que aos 20 anos, 40% das mulheres brancas e 64% de mulheres negras terão experimentado ao menos 1 gravidez nos EUA .

No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia. A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos.

Fobia Social

É a intensa ansiedade gerada quando o paciente é submetido à avaliação de outras pessoas. Essa ansiedade ainda que generalizada não se estenda a todas as funções que uma pessoa possa desempenhar. Na maioria das vezes concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas. É natural sentir-se acanhado quando se é observado: esse desconforto até certo ponto é normal e aceitável, muitas vezes vantajoso. Passamos a considerar esta vergonha ou timidez como patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de um avaliador (es).  

Disfunções Sexuais

É a intensa ansiedade gerada quando o paciente é submetido à avaliação de outras pessoas. Essa ansiedade ainda que generalizada não se estenda a todas as funções que uma pessoa possa desempenhar. Na maioria das vezes concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas. É natural sentir-se acanhado quando se é observado: esse desconforto até certo ponto é normal e aceitável, muitas vezes vantajoso. Passamos a considerar esta vergonha ou timidez como patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de um avaliador (es).

Depressão

Pode ser interpretada como um estado de humor que afeta os pensamentos, os sentimentos o comportamento e bem-estar físico do ser humano.

 

Humor deprimido ou Melancólico;

Perda de interesse ou prazer;

As pessoas em estados depressivos podem sentir tristeza, ansiedade, inutilidade, irritabilidade, perda de apetite, insônia, suicídio, etc.

Déficit de Atenção e Hiperatividade

Desde pequeno já é inquieto. Em casa, corre daqui para lá o dia todo, sem que nada o detenha, nem sequer o perigo. Tira brinquedos de seu lugar, esparrama todos eles pelo chão e, quase sem usa-los, pega outros e outros, sem deter-se em nenhum. Interrompe permanentemente os adultos e as outras crianças, respondendo impulsivamente e de forma exagerada àqueles que o molestam. Seus companheiros de escola o evitam, mesmo assim ele sempre termina chamando-os para pedir-lhes ajuda nas lições que não consegue copiar a tempo.

Essa criança sempre perde os objetos, é desordenado, tendo que cobrá-lo o tempo todo, não só para que complete as tarefas, mas também porque, distraído, se esquece de que é hora de almoçar, de jantar ou de banhar-se.

Quando começa fazer alguma coisa, se esquece de terminar, para na metade. Quando vai a algum lugar para no caminho, se detém para falar com alguém, para entreter-se numa brincadeira, com algum animal ou passarinho que passa voando.

Tal criança pode ser portadora de Transtorno de Déficit de Atenção por Hiperatividade (TDAH). Trata-se de um dos transtornos mentais mais frequentes nas crianças em idade escolar, atingindo 3 a 5% delas. Apesar disto, o TDAH continua sendo um dos transtornos menos conhecidos por profissionais da área da educação e mesmo entre os profissionais de saúde. Há ainda muita desinformação sobre esse problema.

Ansiedade

É um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.

É um estado psicológico e fisiológico que se caracteriza pela soma de componentes emocionais, cognitivos e comportamentais. A ansiedade é considerada uma reação normal ao stress, que  pode ajudar a ultrapassar uma situação difícil na vida. Tanto na presença como em ausência de estresse psicológico, a ansiedade pode criar sentimentos de medo, preocupação, entre outros. Quando a ansiedade se torna excessiva, pode ser classificada como transtorno de ansiedade.

Abuso de Drogas e Álcool

Os pacientes podem apresentar-se com: humor deprimido, nervosismo, insônia, complicações físicas do uso de álcool ou drogas (úlcera, gastrite, doença hepática, infecções do sangue), problemas legais e socais devido ao uso de álcool ou drogas (problemas conjugais, faltas ao trabalho, ferimentos ou acidentes devido ao uso de álcool ou drogas).

Recomenda-se para pacientes dispostos a parar já: Estabelecer uma data definida para parar, Discutir estratégias para evitar ou manejar situações de alto-risco (por ex. situações sociais, eventos estressantes), Fazer planos específicos para evitar álcool e drogas (por ex. formas de enfrentar eventos estressantes sem álcool ou drogas, formas de responder a amigos que ainda usam drogas).

Transtornos Alimentares

Os transtornos são definidos como desvios do comportamento alimentar que podem levar ao emagrecimento extremo ou à obesidade, entre outros problemas físicos e incapacidades. Os principais tipos de Transtornos Alimentares são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa. Essas duas patologias são intimamente relacionadas por apresentarem alguns sintomas em comum: uma ideia prevalente envolvendo a preocupação excessiva com o peso, uma representação alterada da forma corporal e um medo patológico de engordar. Nos quadros relatados os pacientes estabelecem um julgamento de si mesmo indevidamente baseado na forma física, a qual frequentemente percebe de forma distorcida.

O impacto que os Transtornos Alimentares exercem sobre as mulheres é mais prevalente, ainda que a incidência masculina esteja aumentando assustadoramente. A Vigorexia, por exemplo, tem sido predominante nos homens, mas já se estão detectando casos de mulheres obcecadas pelo músculo. Já os Transtornos Dismórficos acometem igualmente ambos os sexos.

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